O caso aconteceu no dia 16 de outubro de 2017 no bairro Vila Haro em Três Lagoas, e conforme foi apurado por agentes do Setor de Investigações Gerais (SIG) a morte aconteceu depois de o casal e a vítima terem discutido em um bar.
Consta na denúncia que depois do desentendimento, Leandro teria ido até a casa dos acusados para tirar satisfação e ao chegar ao local foi perseguido e agredido com diversos golpes de faca e com um pedaço de concreto por ambos os réus, o que ocasionou a sua morte.
Instalada a sessão plenária de julgamento, houve o interrogatório dos acusados, dando-se, em seguida, início aos debates orais. o promotor de justiça requereu a condenação por homicídio qualificado.
A defesa pugnou pela absolvição dos acusados por legítima defesa, subsidiariamente, afastamento da qualificadora e reconhecimento do privilégio por violenta emoção.
Reunido em sala secreta, o conselho de sentença, por maioria de votos declarados, reconheceu a materialidade, a letalidade e a autoria, e não absolveu os acusados, mantendo-se ainda a qualificadora.
O juiz da 1ª vara criminal, Rodrigo Pedrini marcos, estabeleceu o regime inicial fechado para cumprimento da pena, com base no art. 33, § 2º, alínea a, do código penal.
Com a decisão, o magistrado pediu para que fossem feitas as comunicações necessárias, inclusive lançando os nomes dos acusados no rol de culpados, providenciando-se o necessário para tornar definitiva a guia do acusado Fabrício e expedindo mandado de prisão para acusada Dara Lino nos moldes decididos em definitivo, com encaminhamento aos órgãos competentes, detraindo-se para ela o período em que ficou presa cautelarmente.