Isso porque uma parte dos vereadores, os mesmos que já votaram travando a venda da rodoviária, se posicionaram contra o projeto de lei que autorizava o município a vender uma área para a construção de empresas e gerar empregos na cidade.
Com localização estratégica próxima ao acesso para a rodovia Marechal Rondon (SP-300), o projeto de autoria da prefeita, Tamiko Inoue, autorizaria a prefeitura vender duas quadras na Vila Messias.
Votaram contra a venda destes terrenos os vereadores Edgar Dourado de Matos, Rodarte dos Anjos, Silas Carlos de Oliveira, Claudia Ribeiro, José Augusto Rosa, Guto Marão, Sérgio Santaela e Wilson Bossolan.
Segundo cadastro da Secretaria Econômico, Emprego e Renda do Governo de Andradina, há empresas interessadas em áreas exatamente como estas para investirem na cidade.
Uma das alegações em comum do grupo de vereador que votou contra o desenvolvimento da cidade naquela região, foi que não tiveram explicação mais detalhada da proposta, ignorando o fato que o documento estava na casa de leis há mais de meio ano. A outra foi que as quadras, na criação do loteamento, estavam destinadas para a construção de uma praça e uma escola, porém isso no ano de 1962, como se Andradina não tivesse evoluído desde então.
A cidade fechou o ano passado na liderança de geração de empregos na região devido a política de desenvolvimento sustentável e econômico implantada na cidade, porém que agora vem encontrando barreiras quando é necessária a participação da Câmara.
A projeto da venda dos terrenos que inclusive iria de encontro com a vontade dos moradores do entorno teve o apoio dos vereadores Márcio Makoto, Cal Baiano, Hernani da Bahia, Joaquim Justino da Silva (Joaquinzão) e Carlos Alexandre Ceará.