MPF cria Gaeco Nacional para combater crime organizado
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MPF cria Gaeco Nacional para combater crime organizado

Procuradoria-Geral da República (PGR)  • Shutterstock

MPF cria Gaeco Nacional para combater crime organizado

O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CS-MPF) aprovou a criação do Grupo Nacional de Apoio ao Enfrentamento ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (Gaeco Nacional).

 

A medida, debatida desde 2019, ajudará no combate à macrocriminalidade no Brasil e no exterior e foi aprovada na primeira sessão ordinária de 2025, em 4 de fevereiro. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (17/02/2025).

O projeto aprovado reformula a Resolução CSMPF nº 146/2013, que instituiu os Gaecos locais, para criar um órgão de caráter nacional dedicado ao apoio no combate ao crime organizado, com função executiva e de coordenação. 

O Gaeco Nacional terá como principal função auxiliar os procuradores de todo o país na investigação e combate ao crime organizado, incluindo atividades de inteligência.

A atuação do grupo abrangerá tanto crimes de âmbito nacional quanto interestadual, o que permitirá uma ação mais coordenada e eficiente contra as organizações criminosas.

Segundo a resolução publicada no DOU, os crimes investigados incluem aqueles praticados contra o Estado Democrático de Direito, terrorismo, grave violação aos direitos humanos, crimes contra a Administração Pública, atuação difusa de organização criminosa, crimes contra direitos indígenas e comunidades tradicionais, crimes ambientais, crimes praticados por milícia privada ou grupo de extermínio, crimes de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme.

O Gaeco Nacional terá como principal função auxiliar os procuradores de todo o país na investigação e combate ao crime organizado, incluindo atividades de inteligência.

A atuação do grupo abrangerá tanto crimes de âmbito nacional quanto interestadual, o que permitirá uma ação mais coordenada e eficiente contra as organizações criminosas.

Segundo a resolução publicada no DOU, os crimes investigados incluem aqueles praticados contra o Estado Democrático de Direito, terrorismo, grave violação aos direitos humanos, crimes contra a Administração Pública, atuação difusa de organização criminosa, crimes contra direitos indígenas e comunidades tradicionais, crimes ambientais, crimes praticados por milícia privada ou grupo de extermínio, crimes de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme.

*Sob supervisão

 

 

FONTE: CNN