Vereadores pressionam Juliana Salim por falhas na gestão e nos bastidores já pedem sua saída
Transferência da Central de Regulação para Campo Grande, falta de medicamentos e carência de especialistas estão entre as principais críticas à atual administração da pasta
A gestão da Secretaria Municipal de Saúde tem sido alvo de duras críticas na Câmara de Vereadores. Parlamentares de diferentes partidos vêm cobrando explicações sobre a atual situação do setor, marcada por reclamações de falta de medicamentos nas unidades básicas, demora no atendimento e ausência de profissionais especialistas em diversas áreas.
Um dos pontos que mais gerou insatisfação entre os vereadores e servidores é a recente transferência da Central de Regulação Hospitalar para Campo Grande, decisão que, segundo os parlamentares, tem prejudicado o fluxo de encaminhamento de pacientes.
“A população está sofrendo. Falta remédio, falta médico e agora até o controle da regulação foi tirado do município. Isso é um retrocesso”, afirmou um dos vereadores durante a última sessão da Câmara.
Nos bastidores, o clima é de crescente insatisfação. Segundo apurado pela reportagem, parte dos vereadores tem articulado junto ao Executivo a substituição da atual secretária de Saúde, alegando falta de diálogo e ineficiência na condução das políticas públicas da área. A avaliação é de que a pasta perdeu capacidade de resposta e não tem conseguido atender às demandas básicas da população.
Enquanto isso, os vereadores prometem intensificar a fiscalização e já articulam a criação de uma comissão especial para acompanhar a execução das ações da Secretaria e propor soluções emergenciais.
“Não se trata de perseguição política, mas de compromisso com o cidadão. A saúde do município não pode esperar”, resumiu outro parlamentar.
Com a pressão crescente e o desgaste político acumulado, o futuro da atual secretária deve ser decidido nas próximas semanas.
Um dos pontos que mais gerou insatisfação entre os vereadores e servidores é a recente transferência da Central de Regulação Hospitalar para Campo Grande, decisão que, segundo os parlamentares, tem prejudicado o fluxo de encaminhamento de pacientes.
“A população está sofrendo. Falta remédio, falta médico e agora até o controle da regulação foi tirado do município. Isso é um retrocesso”, afirmou um dos vereadores durante a última sessão da Câmara.
Nos bastidores, o clima é de crescente insatisfação. Segundo apurado pela reportagem, parte dos vereadores tem articulado junto ao Executivo a substituição da atual secretária de Saúde, alegando falta de diálogo e ineficiência na condução das políticas públicas da área. A avaliação é de que a pasta perdeu capacidade de resposta e não tem conseguido atender às demandas básicas da população.
Enquanto isso, os vereadores prometem intensificar a fiscalização e já articulam a criação de uma comissão especial para acompanhar a execução das ações da Secretaria e propor soluções emergenciais.
“Não se trata de perseguição política, mas de compromisso com o cidadão. A saúde do município não pode esperar”, resumiu outro parlamentar.
Com a pressão crescente e o desgaste político acumulado, o futuro da atual secretária deve ser decidido nas próximas semanas.



