O jornal Raio-X recebeu graves denúncias sobre o setor de transporte da saúde de Três Lagoas (MS), que há mais de nove anos convive com situações de desorganização, perseguição e abusos de autoridade contra motoristas e funcionários. As reclamações apontam diretamente para a chefia do setor, indicação do presidente da Câmara Municipal, vereador Tonhão.
Ambiente hostil e autoritarismo:
Segundo os relatos, os motoristas — em sua maioria pais de família — trabalham sob constante pressão. Quando precisam de solução para problemas básicos, antes de qualquer resposta, são obrigados a ouvir “lições de moral” e ofensas com viés autoritário. “O chefe só resolve as coisas na base da estupidez, sem preparo algum para liderar pessoas”, denuncia um dos funcionários.
As acusações incluem ainda perseguição interna:
Trabalhadores que tentam questionar irregularidades são transferidos de setor.
Favorecimento e desigualdade:
Outro ponto grave levantado pelos funcionários é o favorecimento de alguns poucos dentro da equipe. Enquanto três ou quatro motoristas são constantemente beneficiados com horas extras, viagens e plantões, a maioria precisa implorar por oportunidades de aumentar sua renda. A prática cria um ambiente de desigualdade e revolta entre os servidores.
Comportamentos impróprios em horário de trabalho:
As denúncias também descrevem um cenário de descaso com o serviço público. Funcionários teriam sido flagrados brincando de luta durante o expediente, e até mesmo cortando o cabelo do chefe em horário de trabalho. Atitudes que, além de falta de profissionalismo, demonstram a ausência de fiscalização séria sobre o setor.
Clamor por justiça e mudança:
As denúncias expõem um setor abandonado pela gestão municipal, onde trabalhadores são desrespeitados, coagidos e tratados sem dignidade. O que deveria ser um serviço essencial de apoio à saúde se transformou em um ambiente de medo, perseguição e favorecimento de poucos.
“O transporte da saúde precisa de liderança preparada, que conduza o grupo com pacificação e justiça, não com estupidez e autoritarismo”, diz o denunciante, que pede socorro em nome dos colegas.
O jornal Raio-X reforça que existem provas das acusações e cobra uma resposta urgente da Prefeitura de Três Lagoas e da Secretaria de Saúde sobre a situação. A população e os trabalhadores merecem respeito, transparência e um ambiente de trabalho digno..jpg)
FONTE: JORNAL RAIO X



