Presídio masculino de Três Lagoas fica sem médico no dia 06 de junho e registra tentativa de suicídio e crise convulsiva: jornal Raio-X cobra explicações
Uma grave denúncia chegou à redação do Jornal Raio-X e escancara a fragilidade no atendimento médico no sistema prisional de Três Lagoas. Segundo informações obtidas com exclusividade, no dia 6 de junho, o presídio masculino ficou totalmente desassistido por um médico, justamente em um momento em que a presença médica era indispensável: uma tentativa de suicídio e uma crise convulsiva mobilizaram a equipe de plantão, que, sem apoio especializado, enfrentou situações críticas e arriscadas.
Fontes ouvidas sob anonimato relataram que a ausência de um médico causou pânico e tensão entre os servidores penitenciários. “Tivemos que agir no improviso. A vida de detentos estava em risco.
Secretaria Municipal de Saúde tinha conhecimento da ausência de médicos nesse dia? E se sim, quais medidas foram adotadas?
A ausência não só compromete a saúde e a integridade dos internos, como também expõe os servidores a situações perigosas, como é o caso de crises psiquiátricas e neurológicas.
A reportagem também questiona se existe uma escala oficial para atendimento médico no presídio e qual a frequência real de comparecimento dos profissionais escalados. A população merece saber: há fiscalização? Há transparência? Há responsabilidade?
O Jornal Raio-X cobra explicações da Secretaria Municipal de Saúde
Fontes ouvidas sob anonimato relataram que a ausência de um médico causou pânico e tensão entre os servidores penitenciários. “Tivemos que agir no improviso. A vida de detentos estava em risco.
Secretaria Municipal de Saúde tinha conhecimento da ausência de médicos nesse dia? E se sim, quais medidas foram adotadas?
A ausência não só compromete a saúde e a integridade dos internos, como também expõe os servidores a situações perigosas, como é o caso de crises psiquiátricas e neurológicas.
A reportagem também questiona se existe uma escala oficial para atendimento médico no presídio e qual a frequência real de comparecimento dos profissionais escalados. A população merece saber: há fiscalização? Há transparência? Há responsabilidade?
O Jornal Raio-X cobra explicações da Secretaria Municipal de Saúde
FONTE: JORNAL RAIO X



