Os Jogos Abertos Três-Lagoenses realizado entre 27 de outubro e 26 de novembro de 2025 foram marcados por um episódio grave que reacende um debate recorrente: a falta de estrutura adequada nos eventos esportivos promovidos pelo município. Durante uma partida da categoria Master de basquete, um atleta passou mal em quadra e, para surpresa e revolta de quem estava presente, não havia ambulância no local, medida básica e obrigatória em competições esportivas.
Segundo testemunhas, o atleta começou a sentir forte mal-estar . Sem suporte médico e sem qualquer equipe de pronto atendimento designada pela organização, foram os próprios colegas e amigos quem prestaram os primeiros socorros, improvisando o resgate. Eles o colocaram em um veículo particular e o conduziram às pressas ao hospital.
No hospital, o diagnóstico foi ainda mais preocupante: o atleta necessitou de cateterismo cardíaco, procedimento que só reforça a gravidade do quadro e o risco que correu pela ausência de atendimento emergencial adequado. Felizmente, a intervenção rápida dos colegas e o atendimento médico hospitalar garantiram sua recuperação. Ele passa bem.
A falta de ambulância em eventos esportivos não é apenas um deslize organizacional. É uma irresponsabilidade que coloca vidas em risco e viola normas de segurança amplamente conhecidas no meio esportivo. Eventos dessa natureza — ainda mais competições oficiais como os Jogos Abertos — exigem obrigatoriamente a presença de uma ambulância e equipe médica de plantão, justamente para situações como esta.
O ocorrido demonstra falta de planejamento, ausência de fiscalização e possível falha contratual entre a Secretaria de Esportes e a organização responsável. Se um atleta vem a óbito por falta de assistência imediata, de quem seria a responsabilidade? A resposta parece óbvia — e alarmante.
Participantes relataram indignação com o descaso. Muitos afirmaram que já haviam percebido a falta de estrutura em outros dias dos Jogos, mas que esperavam que questões básicas, como presença de equipe de saúde, estivessem garantidas. Não estavam.
O episódio serve como um alerta grave: eventos esportivos sem estrutura adequada podem custar vidas. A população cobra respostas, os atletas exigem respeito e a gestão tem o dever de garantir segurança, prevenção e organização.
Segundo testemunhas, o atleta começou a sentir forte mal-estar . Sem suporte médico e sem qualquer equipe de pronto atendimento designada pela organização, foram os próprios colegas e amigos quem prestaram os primeiros socorros, improvisando o resgate. Eles o colocaram em um veículo particular e o conduziram às pressas ao hospital.
No hospital, o diagnóstico foi ainda mais preocupante: o atleta necessitou de cateterismo cardíaco, procedimento que só reforça a gravidade do quadro e o risco que correu pela ausência de atendimento emergencial adequado. Felizmente, a intervenção rápida dos colegas e o atendimento médico hospitalar garantiram sua recuperação. Ele passa bem.
A falta de ambulância em eventos esportivos não é apenas um deslize organizacional. É uma irresponsabilidade que coloca vidas em risco e viola normas de segurança amplamente conhecidas no meio esportivo. Eventos dessa natureza — ainda mais competições oficiais como os Jogos Abertos — exigem obrigatoriamente a presença de uma ambulância e equipe médica de plantão, justamente para situações como esta.
O ocorrido demonstra falta de planejamento, ausência de fiscalização e possível falha contratual entre a Secretaria de Esportes e a organização responsável. Se um atleta vem a óbito por falta de assistência imediata, de quem seria a responsabilidade? A resposta parece óbvia — e alarmante.
Participantes relataram indignação com o descaso. Muitos afirmaram que já haviam percebido a falta de estrutura em outros dias dos Jogos, mas que esperavam que questões básicas, como presença de equipe de saúde, estivessem garantidas. Não estavam.
O episódio serve como um alerta grave: eventos esportivos sem estrutura adequada podem custar vidas. A população cobra respostas, os atletas exigem respeito e a gestão tem o dever de garantir segurança, prevenção e organização.
FONTE: JORNAL RAIO X



