O ex-vereador Wellington Ferreira de Jesus, conhecido como “Cascão”, foi condenado a 46 anos e três meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro contra a própria irmã, em Três Lagoas.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo uma posição de confiança e responsabilidade.
Segundo a investigação, os abusos começaram ainda na infância da vítima e evoluíram ao longo dos anos, passando a envolver violência e grave ameaça durante a adolescência.
Os crimes aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.
Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima. Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.
A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.
Como consequência dos abusos, a vítima desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.
Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a 29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro.
Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.
O caso também evidencia a atuação da rede de proteção de Três Lagoas, que envolve forças policiais, Conselho Tutelar, Ministério Público e diversas organizações e entidades. A responsabilização do autor representa o resultado de um esforço coletivo no enfrentamento de crimes dessa natureza.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo uma posição de confiança e responsabilidade.
Segundo a investigação, os abusos começaram ainda na infância da vítima e evoluíram ao longo dos anos, passando a envolver violência e grave ameaça durante a adolescência.
Os crimes aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.
Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima. Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.
A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.
Como consequência dos abusos, a vítima desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.
Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a 29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro.
Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.
O caso também evidencia a atuação da rede de proteção de Três Lagoas, que envolve forças policiais, Conselho Tutelar, Ministério Público e diversas organizações e entidades. A responsabilização do autor representa o resultado de um esforço coletivo no enfrentamento de crimes dessa natureza.
FONTE: CLARA NEWS



