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Braço direito de Juliana Salim recebe salário de enfermeira plantonista de urgência e emergência, sem cumprir escala no Samu ou UPA de Três Lagoas

Braço direito de Juliana Salim recebe salário de enfermeira plantonista de urgência e emergência, sem cumprir escala no Samu ou UPA de Três Lagoas

Plantão Fantasma: Braço direito de Juliana Salim recebe salário de enfermeira plantonista de urgência e emergência, sem cumprir escala no Samu ou UPA

Mais um episódio de escândalo na gestão da saúde pública de Três Lagoas vem à tona, revelando a prática vergonhosa de privilégios enquanto a população sofre com a precariedade do atendimento. A enfermeira Jamila de Lima, braço direito da secretária de Saúde Juliana Salim, ocupa o cargo de diretora de saúde recebendo um salário de confiança. Até aí, nenhuma novidade. O problema é que, além disso, Jamila também recebe remuneração como enfermeira plantonista de urgência e emergência, sem cumprir efetivamente os plantões na UPA ou no SAMU.
 

Enquanto os trabalhadores da saúde enfrentam escalas exaustivas, sobrecarga de atendimento e salários que mal compensam a dedicação, uma figura ligada à cúpula da secretaria acumula vencimentos sem colocar o pé nos corredores de emergência. Isso tem nome: improbidade administrativa, desrespeito ao erário público e humilhação aos profissionais que carregam a saúde municipal nas costas.
 

A responsabilidade direta recai sobre a secretária Juliana Salim, que permite e avaliza esse esquema. Afinal, se Jamila de Lima aparece na folha de pagamento como plantonista, mas não cumpre jornada, quem assinou, liberou e fez vista grossa? A resposta é clara: a própria secretaria de Saúde.
 

Mas a omissão não para aí. O prefeito Cassiano Maia, que vive alardeando modernidade e inovação, finge não ver o óbvio: a sua gestão está recheada de privilégios para poucos e abandono para muitos. A saúde básica enfrenta falta de médicos, demora no atendimento e desorganização nas unidades, enquanto cargos comissionados se transformam em cabides de emprego e fonte de enriquecimento pessoal.
 

Esse caso não é um simples erro administrativo. É mais uma prova do desrespeito institucionalizado, em que quem está perto do poder recebe benesses e quem depende do sistema público amarga filas intermináveis, ausência de medicamentos e falta de estrutura.
 

A população de Três Lagoas merece explicações imediatas:
 

Quantos plantões Jamila de Lima efetivamente cumpriu?
 

Por que ela continua recebendo como plantonista se atua apenas como diretora?
 

O prefeito Cassiano Maia e a secretária Juliana Salim vão devolver aos cofres públicos o dinheiro pago indevidamente?
 

Enquanto essas respostas não chegam, a verdade que salta aos olhos é só uma: o governo Cassiano Maia prefere proteger aliados a cuidar da saúde da população.

 

 

FONTE: JORNAL RAIO X