O ex-presidente do TJ-SP José Renato Nalini, com o governado Geraldo Alckmin (à dir.), ao assumir a Secretaria da Educação um mês após sair do cargo
Responsável por fiscalizar as ações do Estado, o Ministério Público Paulista estaria abrindo mão de tarefas que garantem a cidadania por interesse em cargos no Executivo e vantagens pecuniárias, como abono e adicionais como auxílio moradia que fazem os vencimentos ultrapassarem o teto do funcionalismo público, de R$ 33.763, em 97% dos casos. Por sua vez, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trabalharia em conjunto com o governo do estado , a não ser quando vantagens salariais são questionadas.


