NOVO GOVERNO DE ANDRADINA VAI EXECUTAR R$ 800 MIL EM EMENDAS PARA MELHORIAS NA ETEC

PREFEITURA VAI EXECUTAR R$ 800 MIL EM EMENDAS PARA MELHORIAS NA ETEC

A Prefeitura de Andradina atingiu a marca de R$ 800 mil executados em emendas parlamentares destinadas à Escola Técnica Estadual (ETEC) do município.

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Duplicação da Rodovia da Integração acende alerta em Andradina: Posto Viajantes pode ser o mais prejudicado

EMPRESÁRIO RICARDO CITRO GERA 200 EMPREGOS NO POSTO VIAJANTES E FICOU PREOCUPADO COM A MUDANÇA 

 

Duplicação da Integração acende alerta em Andradina: Posto Viajantes pode ser o mais prejudicado

 

A equipe do Jornal Impacto esteve no local para verificar in loco as mudanças previstas no trevo da Avenida Rio Grande do Sul com a Rodovia da Integração (SP-563), onde o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) pretende implantar pista dupla.

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Intervenção do Prefeito muda comando da Santa Casa de Pereira Barreto

Pereira Barreto

A Santa Casa de Pereira Barreto passou a ser administrada pela equipe da Santa Casa de Fernandópolis após uma intervenção realizada pela Prefeitura. A medida foi tomada diante de um cenário considerado crítico tanto do ponto de vista financeiro quanto operacional, segundo o prefeito Hérminio Barbosa Komatsu.

FRIBOI/JBS REALIZA FEIRÃO DE EMPREGOS EM ANDRADINA NESTA SEXTA-FEIRA

A unidade da JBS, por meio da marca Friboi, promove nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, um feirão de empregos em Andradina.

Modelo de trevo eficiente em Paranápolis na Rondon, contrasta com projeto do “novo” trevo da Rodovia da Integração com duplicação em Andradina

Modelo de trevo eficiente em Paranápolis, na Rondon, contrasta com projeto do “novo” trevo da Integração “Não basta duplicar: é preciso compreender o território que sustenta a cidade” A rotatória implantada na Rodovia Marechal Rondon, no patrimônio de Paranápólis, consolidou-se como um exemplo de engenharia viária eficiente, onde a fluidez do tráfego se harmoniza com a segurança dos usuários. Trata-se de um dispositivo que, ao longo do tempo, demonstrou na prática aquilo que os melhores projetos buscam: reduzir conflitos, organizar acessos e praticamente eliminar registros de acidentes relevantes, mesmo em uma rodovia de grande circulação. Em contraponto, o cenário observado na confluência da Rodovia da Integração (SP-563) com a Avenida Rio Grande do Sul, em Andradina, revela uma realidade distinta — não pela incapacidade estrutural do local, mas pela ausência de um modelo viário que dialogue com a intensidade econômica e o volume de tráfego ali concentrados. A comparação entre os dois pontos evidencia uma disparidade significativa: enquanto a rotatória da Marechal Rondon atende com eficiência um fluxo considerável, porém mais homogêneo, o eixo Integração–Rio Grande do Sul concentra um movimento diário muito superior, impulsionado por uma cadeia econômica robusta e diversificada. Ali se encontram postos de combustíveis, restaurantes, mercados, barbearias, oficinas, borracharias, depósitos de materiais de construção, transportadoras e uma série de serviços voltados, sobretudo, ao atendimento de caminhoneiros e viajantes — um verdadeiro corredor logístico e comercial. Esse dinamismo econômico se traduz em números expressivos. Estima-se que dezenas de empresas instaladas no entorno da rodovia e da avenida sejam responsáveis pela geração de centenas de empregos diretos e indiretos, além de uma arrecadação significativa de tributos municipais, especialmente o ISS. Trata-se de um polo que não apenas sustenta famílias, mas também contribui de forma decisiva para o equilíbrio financeiro do município. Ou seja, a arrecadação seria suficiente para construção de vários viadutos ao longo do ano. Diante desse contexto, qualquer intervenção viária que desconsidere a lógica de acesso e circulação existente pode provocar impactos que vão além do trânsito, atingindo diretamente o coração econômico da região. A eventual supressão de acessos diretos, aliada à obrigatoriedade de retornos distantes, tende a desestimular o fluxo espontâneo de clientes, especialmente no segmento de transporte rodoviário, onde tempo e praticidade são fatores determinantes. É nesse ponto que o modelo adotado na Marechal Rondon surge como referência concreta e viável. A implantação de um dispositivo semelhante — uma rotatória moderna, dimensionada para o alto volume de veículos — poderia conciliar os objetivos da duplicação com a preservação da atividade econômica local. Mais do que uma solução técnica, trata-se de uma escolha estratégica: promover o desenvolvimento sem comprometer aquilo que já funciona e gera resultados. O desafio, portanto, não está em optar entre progresso e tradição, mas em integrá-los com inteligência. Andradina não pode correr o risco de substituir um sistema funcional por um modelo que, embora tecnicamente concebido, desconsidere as particularidades socioeconômicas do seu território. Ao olhar para o exemplo de Paranápólis, fica evidente que soluções eficientes já existem dentro da própria malha rodoviária regional. Cabe agora aos órgãos responsáveis, como o DER, avaliar com sensibilidade e responsabilidade a adoção de alternativas que garantam não apenas a fluidez do tráfego, mas também a continuidade de um ecossistema econômico que sustenta empregos, arrecadação e desenvolvimento. Porque, no fim, uma obra viária não deve apenas encurtar caminhos — deve também preservar destinos. Fonte: Consorcio de Jornalistas de Andradina Veja edição completa JR - 07/04/26