Após a rebelião registrada no Centro de Detenção Provisória de Nova Independência, que resultou na transferência de 118 sentenciados, o Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo voltou a público para denunciar o que classifica como grave risco estrutural na Penitenciária 2 de Lavínia. Foto: Roni Paparazzi.
Segundo a entidade, o cenário não pode ser tratado como “caso pontual”. O sindicato aponta superlotação, mistura de presos de grupos rivais e efetivo insuficiente como fatores que estariam elevando a tensão interna da unidade.
A denúncia também menciona demora e recusa em transferências, mantendo internos em ambientes considerados críticos. De acordo com o sindicato, setores que deveriam ter outra finalidade estariam sendo utilizados como contenção improvisada.
O alerta é direto: o sistema estaria operando no limite e sustentado pelo esforço diário dos policiais penais.
A entidade defende:
*Reforço imediato do efetivo
*Planejamento de transferências estratégicas
*Melhoria estrutural das unidades
*Decisões administrativas responsáveis
Até o momento, não houve posicionamento oficial da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo sobre as denúncias.
O caso reacende o debate sobre gestão, segurança e responsabilidade no sistema prisional paulista.
FONTE: PAPARAZZINEWS



