Neste final de semana, estabelecimentos prisionais subordinados a Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste do Estado (Croeste) frustraram a inserção de objetos ilícitos nos presídios e que chegariam às mãos de sentenciados. As tentativas de driblar a segurança foram barradas durante os procedimentos de revista.
Penitenciária “Luiz Aparecido Fernandes” de Lavínia (PII) – No dia 23, ao sentar no banco detector de metais, a companheira do sentenciado R.L.P. viu o aparelho acionar automaticamente, o que a levou a confessar que trazia na genitália um invólucro contendo (01) aparelho de telefone celular.

No dia seguinte, da mesma maneira, o aparelho sinalizou positivamente para outra mulher. Porém, como esta negava trazer algo ilícito consigo, foi encaminhada ao Hospital Estadual de Mirandópolis para realizar exame de Raio-X, mas alegou estar impossibilitada de passar pelo procedimento por suspeita de gravidez. Devido a isso, foi submetida a exame especular com médico especialista, o qual constatou que em sua genitália continha (01) uma carcaça de aparelho celular sem placa. Nos dois casos, foram instaurados Procedimentos Disciplinares para melhor apuração dos fatos, as visitantes e os materiais encaminhadas perante a autoridade policial e os sentenciados isolados preventivamente até apuração dos fatos.
Vale lembrar que os visitantes flagrados são excluídos do rol de visitas e levados à Delegacia de Polícia Civil mais próxima, sem prejuízo de responderem na esfera criminal. Também é instaurado Procedimento Disciplinar para apurar a cumplicidade dos presos que receberiam os materiais podendo, ainda, ser instaurados Procedimentos de Apuração Preliminar para apurar supostas responsabilidades funcionais.
fonte: Croeste



