Neste final de semana, estabelecimentos prisionais subordinados a Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste do Estado (Croeste) frustraram a inserção de objetos ilícitos nos presídios e que chegariam às mãos de sentenciados. As tentativas de driblar a segurança foram barradas durante os procedimentos de revista.
Domingo (18 de novembro)
Penitenciária “Luiz Aparecido Fernandes” de Lavínia (PII)
Neste final de semana, ao passar pelo banco detector de metais, três visitantes cadastradas como companheiras de sentenciados foram flagradas pelo equipamento, que sinalizou positivamente para a presença de material metálico em seus corpos, as quais confessaram que traziam objetos ilícitos introduzidos no órgão genital.
Duas delas retiraram voluntariamente os invólucros do corpo: o primeiro, continha 01 (um) celular e um pedaço de fio de estanho, o segundo, tinha aproximadamente quatro metros de fio de estanho, 02 (dois) cartões de memória e pedaços de fio elétrico. Já a terceira mulher não conseguiu retirar o objeto de si e precisou ser encaminhada ao Hospital Estadual de Mirandópolis onde a equipe médica realizou o procedimento, retirando dela 01 (um) celular e pedaços de fio elétrico.
Os sentenciados envolvidos foram isolados preventivamente, os Procedimentos Disciplinares instaurados para apurar os fatos e as mulheres, juntamente com os materiais, encaminhadas por autoridades policiais para providências da polícia judiciária e suspensas do rol de visitas.
Vale lembrar que os visitantes flagrados são excluídos do rol de visitas e levados à Delegacia de Polícia Civil mais próxima, sem prejuízo de responderem na esfera criminal. Também é instaurado Procedimento Disciplinar para apurar a cumplicidade dos presos que receberiam os materiais podendo, ainda, ser instaurados Procedimentos de Apuração Preliminar para apurar supostas responsabilidades funcionais.
fonte: Croeste



