Jornal Folha da Região diz que Dilador manda Saúde ‘esconder’ remédios e fraldas geriátricas. ISSO É CRIME OU BANDIDAGEM?

“ARAÇATUBA MERECE RESPEITO”. “VAMOS ADMINISTRAR O DINHEIRO PÚBLICO COM TRANSPARÊNCIA”. “VAMOS FAZER O MELHOR PELA POPULAÇÃO”. “PRECISAMOS DE SEU APOIO PARA TRANSFORMAR A CIDADE”. “VAMOS JUNTOS”.

Se você que lê esta reportagem já ouviu alguma dessas balelas saindo da boca do prefeito DILADOR BORGES (PSDB), por favor, tente fazer uma higiene mental porque a denúncia que o jornal Folha da Região publica na sua edição desta sexta-feira, 24 de março, é ESCABROSA, para não dizer que se trata de um fato apenas grave. Para o Política e Mais, é CRIMINOSA, mesmo.

Em sua capa e meia página de reportagem, o jornal traz à tona a informação de que remédios e fraldas geriátricas não estão chegando às UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e Farmácia Municipal, causando TRANSTORNO E SOFRIMENTO aos pacientes por uma simples decisão da administração municipal. NÃO, NÃO É COISA DO GOVERNO PASSADO, DA ROUBALHEIRA DO PT, MUITO MENOS DE CIDO SÉRIO. A magnitude É DO ILUSTRE CHEFE DO EXECUTIVO DILADOR BORGES DAMASCENO (PSDB), eleito em 2 de outubro de 2016, com os votos de 58.190 araçatubenses.

A reportagem trazida na sua edição desta sexta-feira pela folha da região é um tanto quanto corajosa, uma vez que o jornal andava meio “manso” para com o atual governo. No entanto, escancara de forma para lá de lúcida, o quanto é diferente ser pedra e vidraça para quem está dentro e fora do governo. Pior. Como os atos criminosos só mudam de uma gestão para outra, de um governo para outro, de um cidadão para outra pessoa qualquer.

“A Folha da Região recebeu denúncia de que a distribuição dos medicamentos e fraldas que estão armazenados no almoxarifado, localizado na rua Mato Grosso, 44, no bairro Vila Mendonça, NÃO ESTÁ SENDO FEITA A PEDIDO DO PREFEITO DILADOR BORGES (PSDB). Segundo funcionários da pasta, ele teme o desabastecimento até no almoxarifado e, por isso, estaria no aguardo os medicamentos que estão sendo comprados na licitação em andamento para depois começar a entregar nas farmácias das UBSs e na municipal”, diz o terceiro parágrafo da reportagem do jornal.

DEPOIS? Espera lá! A população que votou na dupla DILAFLOR – não podemos deixar a vice-prefeita EDNA FLOR (PPS) fora dessa porque, enquanto vereadora, ela descia a lenha em gestores passados por problemas do tipo – está à míngua, com falta até mesmo de um comprimido de AAS, e o belo e formoso tucano não distribui remédios e fraldas para quem precisa por puro capricho?

A Folha da Região, meritoriamente, diz em sua reportagem que o governo DILAFLOR esconde da população que tanto precisa desde agulhas até medicamentos comprados por determinação judicial. Se esconder remédios de quem precisa pode ser considerado CRIME, não levar aos necessitados medicação adquirida a mando da Justiça é CRIME DOBRADO.

A reportagem, feita pela jornalista Monique Bueno, destaca uma grande balela protagonizada por Dilador dias atrás, quando o mesmo jornal denunciou a falta de remédios e de ambulâncias para o transporte de pacientes do Samu.

Na ocasião, diante de pastas de processos licitatórios, o frondoso tucano bradou que desde setembro de 2016 pilhas de licitação estavam paradas, por isso não conseguia atender às necessidades da população. Ele só não disse que sua vice, Edna Flor (PPS), e que seu antigo secretário de Assuntos Jurídicos, Ermenegildo Nava (P), que durou apenas 13 dias no cargo, enquanto vereadores, pediram à exaustão para que o atual governo não levasse a cabo contratações em andamento. Que deixassem para os futuros gestores escolherem a melhor forma de fazê-lo.

Pois bem. No teatro diante de uma câmera de celular, viralizado nas redes sociais, Dilador disse que compraria R$ 22 milhões em remédios para a rede municipal e mais R$ 11 milhões em materiais hospitalares. A primeira licitação, a mais vultuosa, foi homologada no último dia 16, classificando 21 empresas para fornecer medicamentos ao município no decorrer de 12 meses.

Só que, conforme documento obtido pelo Política e Mais com exclusividade, a Prefeitura de Araçatuba não pretende gastar R$ 22 milhões com remédios em 2017. Mas somente R$ 4 milhões, conforme resposta dada a um questionamento feito à administração municipal. O atual governo ainda fez questão de bradar que o volume é maior que os R$ 2,2 milhões que teriam sido gastos pela gestão passada em 2016.

Tudo, na verdade, não passa de ATOS VERGONHOSOS, ou qualquer outra coisa para quem preferir. Uma situação que cabe, urgentemente, ação da Câmara, que tem, de 15 vereadores, pelo menos 13 atrelados ao tucano Dilador, e principalmente do Ministério Público local. Até porque, esconder remédio de quem precisa pode ser classificado como CRIME, BANDIDAGEM, DESONESTIDADE, IRRESPONSABILIDADE, FALTA DE COMPAIXÃO COM O PRÓXIMO… Enfim, uma série de coisas, levando-se em conta que a reportagem diz que, na segunda-feira (27), os remédios e fraldas escondidos a mando do prefeito, serão distribuídos às farmácias de UBSs e a municipal.

fonte: Política e Mais

Compartilhe!

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário